Câncer de pele
Câncer de pele: como reconhecer os sinais de alerta
O câncer de pele é o mais comum no Brasil e, quando identificado cedo, tem altas chances de tratamento bem-sucedido. Os principais sinais de alerta são feridas que não cicatrizam e pintas que mudam de tamanho, forma ou cor — resumidos na regra do ABCDE.
O que é o câncer de pele
O câncer de pele surge quando células da pele passam a se multiplicar de forma desordenada, geralmente em áreas mais expostas ao sol. É o câncer mais frequente no Brasil e, quando identificado no início, tem altas taxas de tratamento bem-sucedido.
A regra do ABCDE
Uma forma prática de observar pintas e manchas é a regra do ABCDE:
- A – Assimetria: uma metade diferente da outra.
- B – Bordas: irregulares, mal definidas ou serrilhadas.
- C – Cor: mais de uma cor ou tons desiguais.
- D – Diâmetro: geralmente acima de 6 mm, mas lesões menores também merecem atenção.
- E – Evolução: mudança de tamanho, forma, cor ou sintomas ao longo do tempo.
Outros sinais que merecem atenção
- Ferida que não cicatriza em algumas semanas;
- Mancha ou bolinha avermelhada que descama, coça ou sangra;
- Pinta que muda, dói, coça ou sangra;
- Lesão que cresce ou muda de aspecto.
Quem tem maior risco
- Pele clara que se queima com facilidade (fototipos I e II);
- Histórico familiar ou pessoal de câncer de pele;
- Exposição solar acumulada ao longo da vida;
- Muitas pintas ou pintas atípicas;
- Imunossupressão.
Como é feito o diagnóstico
A avaliação começa com o exame clínico e a dermatoscopia, que amplia a visão da lesão. Quando há suspeita, pode ser indicada a biópsia para análise no laboratório. O diagnóstico e a conduta são sempre individualizados.
Como se proteger
- Use protetor solar diariamente e reaplique;
- Evite o sol nos horários de pico;
- Use chapéu, roupas e óculos com proteção;
- Faça o autoexame da pele regularmente;
- Mantenha avaliações periódicas, sobretudo se você faz parte de um grupo de risco.
Perguntas frequentes
Toda pinta que muda é câncer?
Não necessariamente. Muitas mudanças são benignas, mas qualquer alteração persistente merece avaliação médica.
Câncer de pele tem cura?
Lesões iniciais costumam ter altas taxas de sucesso no tratamento, o que reforça a importância do diagnóstico precoce.
Com que frequência devo examinar a pele?
O autoexame pode ser mensal, e a avaliação profissional periódica é recomendada, especialmente para grupos de risco.
Notou algum sinal na pele ou quer uma avaliação?
Este conteúdo tem caráter informativo e educativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e o tratamento dependem de avaliação individual.

